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domingo, 29 de abril de 2012

Provérbios de Cavalos

A pata do meu cavalo têm a força de um trovão.
Ele me carrega para longe de meus medos,
E quando o mundo está desmoronando,
A sua crina lá está para secar minhas lágrimas


                                                                                                               Bonnie Lewis

Genética - Seleção Pela Genealogia


A genética é o principal parâmetro que compõe o triple alicerce do programa de seleção. O novo criador deve escolher duas linhagens base para compor o plantel de matrizes, sendo que as características morfofuncionais das duas linhagens escolhidas devem ser uniformes ou, pelo menos, complementares. Acima de duas linhagens haverá um aumento considerável da variação na padronização das proles anuais, o que se chama de heterogeneidade na conformação e/ou marcha dos produtos anualmente nascidos. 

A avaliação da genealogia baseia-se na análise detalhada do pedigree, o qual pode receber três classificações, de acordo com o mérito zootécnico: baixo, médio, superior.

O ideal é comprar matrizes com pedigree de mérito superior, definido como sendo aquele em que pelo menos três gerações - pais, avós, bisavós, são oficialmente registradas na ABCCMM, e em cada uma das gerações há animais de notoriedade nacional, seja pela conquista de campeonatos nacionais de raca e/ou marcha, ou pela produção de Campeões Nacinais de Raça e/ou Marcha.

A contribuição a partir da terceira geração ascendente é insignificante, exceto nos casos de pedigrees consanguineos. De cada um dos pais o filho (a) herda 50% da bagagem genética; de cada um dos avós, 25% e de cada um dos bisavós, 12,5%.

Uma avaliação mais complexa é da prepotência dos ancestrais mais notórios, ou seja, a capacidade de imprimirem seus valores zootécnicos na prole. A referência para ancestrais de prepotência genética é a conquista de campeonatos nacionais de progênie.

Uma última avaliação envolve os parentes colaterais, em especial os irmaos próprios e meio irmãos.

A Diferença Entre Freio e Bridão


A Universidade do Cavalo gostaria de comentar as diferenças entre estas duas embocaduras. Todas as pessoas que montam sabem que existem vários tipos de embocaduras que podem ser utilizadas nos cavalos. Os mais comuns são os bridões e os freios. Mas, qual a embocadura correta para um determinado tipo de cavalo? Qual a diferença entre as embocaduras mais comuns? Aqui vão algumas considerações com relação a este assunto

Os bridões são as embocaduras articuladas, ou seja, que se dividem por meio de um articulação no meio da barra (parte que vai dentro da boca do cavalo); existem bridões que possuem mais de uma articulação, para um efeito mais direto na boca do cavalo. Os bridões podem ter em suas extremidades as argolas, ou as pernas, onde são atadas as rédeas. Existe uma variação no tamanho das argolas, de acordo com a utilização desejada pelo cavaleiro. Bridões com argolas maiores tem mais efeito na boca do cavalo, pois a superfície de contato da rédea na argola passa a ser maior. Os bridões de pernas geralmente usados pelos cavalos mais novos tem a função de dar mais sensibilidade e noção de direcionamento para os cavalos através das pernas.

Os freios são embocaduras com a barra inteiriça, sem articulações. Possuem pernas e geralmente têm ação mais forte na boca do cavalo. O freio possui a barbela, que serve como um "freio de carro" auxiliando na diminuição da velocidade através de uma alavanca criada no puxar das rédeas. A barra dos freios pode ser lisa ou com o passador de língua, que é uma elevação na barra, tornando o freio mais forte.

Freios e bridões são geralmente classificados como "leves" e "pesados". Na verdade estas classificações nada têm a ver com o peso do equipamento, mas sim com a ação por ele exercida na boca do cavalo. O material "leve" é o mais grosso, e o "pesado" é o mais fino. Ambos podem ser ocos ou inteiriços. Os ocos são mais leves e os inteiriços são os mais pesados.

Vale a pena dizermos que de nada adianta utilizarmos uma embocadura leve, pesada, oca ou inteiriça se o cavaleiro ou amazona não tiver o que chamamos de "mãos boas", ou seja, mãos que não sejam nem tão bruscas nem tão leves, mas sim, na medida e com o contato exato que cada cavalo necessita. Além disso, antes de escolher a embocadura de seu cavalo, converse com seu instrutor ou com um cavaleiro mais experiente e peça auxílio na escolha. Você verá que com a embocadura certa, seu cavalo irá ter um melhor rendimento no trabalho, no passeio ou esporte. Além de tudo isso, com a embocadura correta, o risco de acidentes diminui e seu cavalo irá trabalhar com muito mais conforto.

Fonte: Universidade do Cavalo

Tamanho Ideal Para a Baia do Seu Cavalo

O tamanho da baia deve ter no mínimo 3 x 4 m, sendo ideal 4 x 4.
A baia deverá ser bem ventilada e a cobertura feita preferencialmente por telhas de barro, que tem maior conforto térmico do que as telhas de cimento amianto.
Deve ter cochos para água, alimentos e sal. Pode ou não ter fenil.Os cochos devem ser colocados a uma altura de 30 a 60cm (cavalos abaixam para comer) e ter 20 cm de profundidade, para que os cavalos tenham acesso fácil, ficando em uma posição confortável. Para água, é comum se utilizar um cocho único, com suprimento de água constante e renovável.
As paredes não precisam ir até o teto, o que dificulta a ventilação e deixa a baia mais molhada. Não faça baia com pé direito muito baixo, A altura mínima desejável é de 2,60m.

O piso ideal é de terra batida mesmo (pode por uma camada de areia), o que facilita o escoamento da umidade. Por cima do piso, usa uma "cama" de maravalha grossa (a maravalha fina pode causar problemas respiratórios e a de casca de arroz não é aconselhavel).
A porta deve ter duas folhas, sendo que a inferior não deve ser alta a ponto do cavalo ficar com a garganta comprimida contra a madeira quando coloca a cabeça para fora.A largura mínima de 1,20m.